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CAMPANHA
Passaporte da COP30
Como engajar o público em uma cidade-sede da COP30 para além dos espaços oficiais? A resposta foi criar uma experiência imersiva. Inspirado nos passaportes de visitação de bibliotecas e no “procurando o Wally”, o Passaporte da COP30 funcionou como um dispositivo de comunicação e mobilização, estimulando a circulação do público por Belém e a participação ativa na programação da Central da COP.

UMA AVENTURA PELA SEDE DA COP30
Durante a COP30, realizada em Belém após anos sem a conferência acontecer em países com plena participação democrática, surgiu uma oportunidade histórica: mostrar a força da sociedade civil brasileira. Essa força ocupou a cidade com casas, espaços culturais, festivais, eventos e zonas não oficiais de debate climático.
Sabemos que as Conferências das Partes não são, em geral, espaços acessíveis à maior parte da população. Por isso, transformamos uma limitação em estratégia: a escassez de vagas nas zonas oficiais, somada à potência dos espaços independentes espalhados por Belém, deu origem ao Passaporte da COP30, um guia de circulação e engajamento pela cidade.
+9 mil passaportes
O Passaporte da COP30 foi o eixo de uma jornada de engajamento urbana durante a COP30 em Belém. Mapeamos mais de 15 casas e espaços parceiros do Observatório do Clima e criamos um mapa ilustrado exclusivo com esses pontos.
No mesmo material, o público acessava a programação da Central da COP e as páginas para carimbo. A cada espaço visitado ou atividade participada, a pessoa ganhava um carimbo e, a partir de três, recebia brindes, ativando uma lógica de gamificação, circulação e engajamento contínuo. Como resultado, mais de 9.000 passaportes foram distribuídos em Belém e espaços culturais integrados à rota e mais de 8.000 brindes entregues ao público.

















